em portugal
“Sem conhecidos, sem amigos, sem mobília, sem projectos bem definidos… Foi um salto no desconhecido que exigiu de cada uma de nós talentos e capacidades que nunca sonháramos ter.”
Este foi o espírito com que as duas primeiras equipas “oficiais” partiram para Coimbra e Portalegre, em 1961. Eram os começos do Graal em Portugal. O movimento chegara a Portugal uns anos antes, em 1957, com Maria de Lourdes Pintasilgo e Teresa Santa Clara Gomes. Desde então muito aconteceu.
Nos seus mais de 60 anos de experiência na dinamização e organização de iniciativas, o Graal tem procurado proporcionar à sociedade portuguesa, e em particular às mulheres, condições de valorização e educação permanente que conduzam ao desenvolvimento de competências pessoais e socias, de análise crítica e de mobilização para uma intervenção transformadora, bem como contextos de aprofundamento da fé e de partilha espiritual e comunitária.
Nos últimos anos, o Graal tem promovido programas e projectos que visam a igualdade de oportunidades entre as mulheres e os homens, o reforço do papel das mulheres na liderança e tomada de decisão, a luta contra todas as discriminações, a educação para uma sociedade multicultural e para a cidadania planetária, a reflexão sobre o desenvolvimento e a cooperação com países africanos de língua oficial portuguesa.
O Graal constituiu-se como Associação de Carácter Social e Cultural em 1977, reconhecida como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em 1985.
É igualmente reconhecido como Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), integra a Plataforma das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento e a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR). É membro fundador da Plataforma para os Direitos das Mulheres (PpDM), tem assento no Conselho Consultivo da Comissão para a Igualdade de Género (CIG) e integra a CNAL (Conferência Nacional de Apostolado de Leigos), da Igreja Católica.



