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internacional

O Graal desde o seu início teve um carácter internacional com a presença de jovens mulheres da Bélgica e Alemanha. Em 1932, a Alemanha era verdadeiramente o segundo país onde o Graal ganhava raiz.

O interesse pelo Graal manifestado por um bispo australiano levou a que em Agosto de 1936 um grupo de jovens holandesas embarcasse para a Austrália para aí começar o Graal. Seguiu-se os Estados Unidos em 1942, África do Sul e Brasil em 1951. A Igreja Católica, desafiada pelas grandes mudanças sociais e políticas, estimula e apoia a criação de movimentos leigos para que estes fossem os portadores da Boa Nova em todas as plataformas da sociedade civil. Assim, a Igreja Católica proporcionava-lhes um trabalho em rede que se ia espalhando pelos países vizinhos da Holanda, a convite de Bispos de todo o mundo.

Com a sua expansão, através de várias gerações, e enraizamento em todos os continentes, tornou-se um movimento internacional de mulheres. Hoje o Graal tem grupos presentes em 22 países: Africa do Sul, Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Filipinas, Holanda, India, Itália, México, Moçambique, Papua Nova Guiné, Portugal, Uganda, Suécia, Tanzânia, Quénia, incluindo os países emergentes como é Angola, Equador e Paraguai.

O trabalho do Graal pode tomar formas muito variadas, de acordo com as realidades e necessidades dos países e as competências das mulheres que se sentem atraídas pelo movimento, procurando sempre traduzir a Visão do Graal em acção, promovendo a qualidade de vida e a construção de uma sociedade que reconhece, em palavras e acções, a dignidade de todos os seres humanos e o valor de toda a criação.

O Graal está representado em diversos organismos, integra várias redes e plataformas e tem alianças e parcerias com outras organizações internacionais.

Tem assento no Conselho Económico e Social (ECOSOC) da Organização das Nações Unidas e é membro fundador da UFER – Movimento Internacional pela União Fraterna entre Raças e Povos.