Apoio ao grupo emergente do Graal- Angola

Entre 14 de Janeiro e 1 de Fevereiro voltei a terras angolanas. Desta vez desloquei-me entre Lobito, Catumbela e Benguela para apoiar o grupo emergente do Graal-Angola que se distribui por estas três cidades praticamente geminadas. 

No Lobito fiquei numa casa de uma família ligada ao Graal – Dona Rosália Makakwela, da Promaica, sua filha Patrícia Muenho (membro do Graal) e marido Dino e duas inesquecíveis crianças, Desiré e Arcanjo. Diariamente, ao fim da tarde, fazíamos uma sessão de trabalho nas instalações cedidas por uma congregação religiosa. Participaram cerca de 12 elementos e, quando passaram as duas semanas, já tínhamos mais três novas participantes, sendo que uma regressou depois de ter abandonado o grupo já há uns meses largos. No ritmo diário incluíamos uma breve oração inicial preparada alternadamente por um das participantes e, no final eu orientava um bom momento de lectivo divina. No tempo que nos cabia para aprofundar a nossa pertença Graal, trabalhámos um conjunto de documentos essenciais: Declaração da Visão, Mensagem de Fé e Declaração da Missão. Estudámos as estruturas internacionais do Graal. Aprofundámos ainda um conjunto de textos: de Rachel Donders, Fontes do nosso Dinamismo Graal; de Maria de Lourdes Pintasilgo, O Graal, um Movimento Aberto; estudámos quem foi o Padre Van Ginneken e trabalhamos duas lendas que fazem parte do nosso “património Graal”: Lenda do Arco-Íris e A Dádiva do Rabi. No final das duas semanas planificámos o trabalho do grupo para os próximos meses e escrevemos em conjunto, a pedido do grupo, uma carta de intenções para o Graal Internacional, pedindo ao Conselho Internacional que aceitasse a adesão de Angola ao Graal Internacional. Claro que também houve outras atividades mais lúdicas como, por exemplo, piquenique com as famílias na Restinga, celebração de aniversários, etc. O relatório desta visita está feito em inglês e foi enviado à ELI

Teresa Vasconcelos (Ticha)
 

Mais detalhes desta viagem podem ser consultados aqui na Crónica “Em Terras Angolanas”