Nos últimos meses, no Lumiar, o Projeto “Tempos que Contam” tem vindo a dinamizar um conjunto significativo de trocas intergeracionais através do Banco de Tempo, promovendo o encontro entre gerações e a valorização mútua de saberes.
Vários participantes, de diferentes idades, têm partilhado o seu tempo e competências em atividades muito diversas. Dezenas de horas têm sido trocadas, entre jovens e pessoas idosas, em atividades tais como: aprender a fazer pão, paelha, bonecas, cravos de papel, conversar em inglês, fazer caminhadas por parques e miradouros de Lisboa, conversar sobre “o medo de envelhecer”, entre outras…
Estas trocas representam o espírito do Projeto em que se inserem, “Tempos que Contam”, que visa promover o envelhecimento ativo, o combate ao isolamento social e o reforço da solidariedade comunitária. O projeto tem sido acolhido com entusiasmo tanto por jovens como por pessoas mais velhas, que veem nas atividades uma oportunidade de, com tempo e através dele, aprender em conjunto.
Iniciativas como estas reforçam a importância de criar espaços onde o tempo é reconhecido e valorizado enquanto medida de valor, deixando claro o papel que o Banco de Tempo enquanto pode assumir enquanto ferramenta de coesão social e construção de comunidade.